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Quinta-feira, 3 de Junho de 2004

A nossa Jaquina

Jaquina.jpgA Jaquina foi uma cadela pastora alemã, que deveria ter entre os 6 meses e os 8 meses,
pensamos nós, pois que as suas orelhas ainda não estavam espetadas quando andava por aí na rua.
Lembro-me bem que na altura em que ela apareceu aqui na zona, estava cá montado um circo, e que ela por lá «passeava» ao pé dos cavalos e dos póneis.
Só que o circo saiu da vila e ela ficou.
Era uma cadela que toda a gente escorraçava e lhe batia.

Quando está bom tempo e não existe o perigo de os animais apanharem nem carraças nem carrapatos, costumo sair com a Salomé, pois que ela gosta muito de ir à rua, dar o seu passeiozito. Num desses passeios a Jaquina resolveu seguir-nos.
Depois de uma troca de narigadas com a Salomé, esta deixou-se seguir.
Veio atrás de  nós até à porta de casa.
Magra ela não estava, porque um sujeito da vila que tem imensos gatos e lhes dá as refeições na rua a qual eles não comem toda, deve ter servido para a Jaquina sobreviver, até se vir sentar à nossa porta e dormir debaixo do nosso carro pelo menos uma noite.
Era escorraçada pelas pessoas do café da nossa rua, os quais tinham dois cães.
O que é certo, é que resolvemos dar-lhe de comer, tendo aparecido um dos cães do café a roubar-lhe a comida. Nessa altura tivemos que repetir-lhe a dose tendo que ficar a conta enquanto ela comia.
Foi quase um namoro entre ela e a gente.

Enfim... a situação tornava-se complicada e porque para além da Salomé tínhamos uma gata que também faleceu, gata essa que educou a Salomé, o que é certo é que a pastora alemã ainda não arrebitava as orelhas, isto é, eles só começam a arrebitar as orelhas por volta dos três meses, portanto ela não poderia ter muito mais visto que ainda não tinha feito a muda dos dentes,
conforme nós viemos a constatar.

A minha mulher achou-lhe graça, à pouco tempo tínhamos trazido um outro (cachorro) com uma perna partida que tínhamos ido por ao canil de São Francisco a Loulé, porque ele tinha uma pata partida e não podíamos tratar do animal.

O que é certo é que a Jaquina foi aceite pela Lili (Gata) e pela Salomé.
Não entrou pela porta da frente mas sim pela do lado que dava para o quintal, tendo ficado instalada no anexo da casa.
Tivemos que a besuntar de Frontline, pois estava cheia de carraças, e posteriormente dei-lhe um bom banho, já que teria que ir ao veterinário da zona.
Aí foi a primeira discussão que tive com esse veterinário, pois que este dizia que ela era muito mais velha do que era, e aplicou a dose das vacinas como se fosse um cão adulto, o quase a ia matando, pois que esteve muito abalada durante uns dias.
O certo é que mudámos de veterinário.

O que dizer mais da Jaquina, a sua obediência era um espanto, o seu pelo mesmo um dia antes de morrer estava brilhante, inclusive a própria veterinária que a tratou, o referia, que na Universidade de Córdoba o primeiro sinal de doença do animal que lhe tinham ensinado era o pelo baço e quebradiço, coisa que ela não tinha.

O que é certo é que "finou-se" ficando a olhar para a minha mulher; como que dizendo «gosto tanto de ti»!

Estranho fenómeno este, tinha sido batida e escorraçada, mas depois quando eu a passeava toda a gente tinha receio dela, não sei exactamente se dela se do dono, mas o que é certo é que ia agarrando um dos muitos chatos e inoportunos que se dedicavam a atirar pedras para o nosso telhado, tendo ficado sentada à minha espera na borda do passeio para que fossemos atrás deles.

Antes de terminar, refiro a doença que a matou: foi uma bactéria que eu transportei de uma das minhas escolas.
Isto porque quando soubemos qual era exactamente o remédio preventivo já a gata e a
Jaquina estavam contaminadas e, contrariamente ao que dizia a veterinária fizemos o tratamento profilático à Salomé, que parece não ter nada e ter ficado bem.
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20-03-2003
José Azevedo

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publicado por LauraBM às 21:54

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