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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015

Hannynha - poodle

Hannynha no céu aos 19 anos, 4 meses e 9 dias.

Hannynha.jpg

Não sei como consolá-la, Dulce.

Sempre que perdia um dos meus, cão ou gato, eu sofria demais.

Mas a vida não se compadece de quem fica agarrado ao passado e aos desgostos, eles ficam dentro de nós e o nosso coração racha mais um pouquinho. É sempre assim!

Depois, cola, porque ninguém consegue viver com um coração partido, mas fica a cicatriz.

É por isso que alguns têm um coração cheio de cicatrizes, sinal que viveram e amaram intensamente.

Um coração bonito e lisinho não augura nada de bom porque a vida é feita com um pouco de tudo, bom e mau.

Siga sua vida e alegre-se com quanta coisa boa proporcionou à sua menina, quanto ela foi feliz ao seu lado.

Um beijo e um grande abraço desta amiga de longe

Laura

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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Jolly da Vanilma - 28/04/2015

pedaçodenos.jpg

Olá, Laura! Agradeço o seu contato.

Estou arrasada. Perdi a minha bebê de 15 anos e meio, ontem (28/04), vítima de uma infecção, cuja causa não foi confirmada (os veterinários estavam em dúvida entre doença do carrapato e leptospirose). Foi uma semana de sofrimento! Assim que começou a apresentar os primeiros sintomas, nós a levamos a  uma clínica 24 horas, onde foi internada.  Não houve tempo de fazer um exame de sangue que confirmasse alguma das suspeitas dos médicos, uma vez que apenas um teste sorológico poderia apontar o agente infeccioso.

 

Fiquei bastante aflita quando seu sofrimento começou. Não só por saber que ela se encontrava doente, mas também por me sentir culpada. Há quase um mês apareceu um rato na minha casa e fiquei sem coragem de mata-lo. Sempre tive pena de todos os animais e, uma vez, vi uma página na internet que criticava a forma como tratávamos essa espécie. Como moro em casa, sou acostumada com animais urbanos, como pássaros e lagartixas. Sei que ratos são nocivos, sabia que tinha que matar o que estava me incomodando, mas não sabia que atitude tomar. Coloquei veneno e, algum tempo depois, ele apareceu morto, e foi minha princesa que descobriu o local em que o mesmo estava. Não sei se ela entrou em contato com alguma secreção daquele animal morto, ou se bebeu ou comeu algum alimento contaminado com a urina dele. De qualquer modo, suas vacinas estavam em dia, especialmente a da lepto, que havia tomado em março.

 

Minha Jolly sempre foi bem cuidada. Meus pais e eu sempre cuidamos bem dela, com o maior amor. Havia feito um check-up no dia 30/04 e tudo estava ok, nenhuma anormalidade no coração que não fosse comum da idade. Tinha todos os dentinhos, subia no sofá e na poltrona sozinha e, apesar de uma pequena catarata, enxergava. Ouvia mal, mas, caso falássemos em um tom mais alto, ela atendia. Tinha tudo para viver muitos, mas muitos anos. Isso é o que dói mais.

 

Quando internada, ela fez um exame que, segundo a veterinária, caso houvesse alguma alteração, poderia indicar a lepto. O resultado foi normal, e alguns dos plantonistas da clínica chegaram a descartar essa possibilidade e afirmaram que se tratava da doença do carrapato. Mas essa dúvida tem me deixado muito atormentada. E se tive sido mesmo a doença do carrapato, também fico sem entender, pois usávamos sempre Frontline, dávamos banho toda semana e ela estava sempre em casa. Tenho um vizinho que cria cinco cachorros em um espaço muito pequeno, e sei que não são bem tratados. Se tiver sido a doença do carrapato, com certeza, veio de lá.

 

Sei que descobrir a causa da sua doença não trará a minha princesinha de volta. Mas fico revirando os fatos, perguntando o que eu poderia ter feito para salvá-la. Gastamos muito na tentativa de curá-la, e gastaríamos o dobro se soubéssemos que isso a traria de volta. Daí fico pensando: não foi por falta de recursos financeiros, de carinho, de prevenção, de falta de atenção com a sua saúde. Ela era tão paparicada que, a qualquer comportamento diferente, a qualquer gemido, corríamos para o médico a fim de descobrir a causa e tratar.

 

Não me conformo com a sua perda. Sinto-me incapaz e responsável por tudo que passou. Era meu dever protege-la de tudo. Onde ela está agora? Não pode ficar sozinha, é como uma criança. Pequeninha, branquinha, fofinha, um bebê… Minha florzinha, quanto amor tenho por ela! Não quero saber de outro animal, pois não quero substitui-la. Ela era muito especial, única. Educada, fiel, companheira, linda! Nunca haverá cachorrinha igual a ela! Acho que a ficha nem caiu ainda. Já chorei horrores, desde que ela se internou. Rezei tanto para Deus salvá-la e Ele a levou de mim. Tive esperanças, mas elas se foram quando a vi tão debilitada. Fui a última pessoa a visita-la. Estava muito mal, inchada, com icterícia. Mal levantava a cabeça. Tão triste isso. Que doença horrível! Sinto-me tão culpada por tudo. Estou sofrendo demais. Éramos apegadas demais. Cada canto da casa evoca algum momento seu, algum hábito que tinha. Ela era tudo pra mim, dava-me força, fazia-me sorrir. Eu era alguém melhor por tê-la comigo.

 

Muita dor! ;( Espero que me compreenda. Estou desesperada, vazia. Nunca havia perdido alguém. Tenho 28 anos e já sofria de depressão e pânico. Ela me dava muita força para enfrentar a doença. Agora, que se foi, estou no abismo novamente. Não serei capaz de amar mais nenhum animal, nem quero. Só quero a minha Jolly, entende? Eternamente! ;~~~~

---------------------------

Vanilma

 

Resposta a uma amiga que perdeu a cadelinha.

 

Vanilma, li e entendi tudo quanto me contou e até compreendi o sofrimento.

Chore tudo que tem para chorar porque isso ainda não é pago e podemos fazê-lo acompanhados ou sós.

Ainda nos dão esse direito, graças a Deus!

Mas o tempo vai passando, as lágrimas corridas darão lugar a uma ou outra quando se encontra um objecto ou vem uma lembrança mais veemente e, por fim, secam.

Não quer isso dizer que muito mais tarde, ao falar dela a alguém, não se marejem os olhos e um soluço não suba no peito. É assim mesmo a saudade, é próprio.

Se está no fundo do poço, terá que sair pelo seu próprio pé pois nesta vida, minha amiga, ninguém pode mais que nós próprios. Temos a força e o sal escondidos dentro de nós. E quando a gente não quer... até podemos morrer de desgosto.

 

Mas você vai levantar-se, olhar para um céu maravilhoso, uma flor que desabrocha, um passarinho cantor.

O calor do sol vai aquecer esse gelo dentro do seu peito e vai retornar ao estado normal.

Aí, o coração vai pedir outro amor. É assim a Lei da vida.

Não é exactamente «Rei morto, rei posto», é mais vou reagir por amor daquela que se foi e está agora em paz. Vou doar amor, este amor que me sufoca, a um outro ser que me vai acompanhar por  mais alguns anos.

Não tenha medo de sofrer porque quem muito ama, sofre. As alegrias compensam os sofrimentos.

Nunca serão muitos anos que esses amores vivem. Infelizmente, eles duram pouco em relação ao amor que nos dão. A média são 12/14 anos se não forem raças muito especiais. Essas ainda duram menos, se muito elaboradas, e nós sabemos como os criadores são capazes de apuramentos e misturas estranhas.

 

Portanto, minha amiga, o tempo que ela durou foi óptimo. Foi até mais do que o normal, embora haja excepções.

Que pensou? Nunca iria passar por esse trauma da despedida? Foi duro a forma como ela se foi?

De alguma forma iria, todos vamos. Pensou que ela se iria cheia de saúde? Uma noite acordava e ela já se tinha ido, calmamente? Isso é uma raridade. Não sei se é bom ou mau.

Já tive que mandar eutanasiar  tantos, entre gatos e cães... Todos adormeceram no meu colo. Isso é muito duro, deixa-nos de rastos. Mas, quem viveu comigo, termina nos meus braços.

Não sei se preferia a surpresa duma morte inesperada, sem eu estar presente. Se um veterinário me diz que não se pode fazer mais nada e o animal sofre, eu nem hesito.

 

Não vou maçá-la mais, agradeço o seu contacto e cá ando eu à procura de mais uma amiguinha canina para alegrar os meus dias. Quando se for, logo se verá mas preparo-me para muitas alegrias e cuidados.

Ainda tenho um casal de gatos, mas houve um tempo em que havia gato e 3 cadelas cá em casa.

Eu nunca aprendo nem tenho medo de amar.

 

Se quiser, uma última homenagem, envie-me uma foto dela e escreva alguma coisa que queira que eu publique. Grande ou pequeno, o texto, eu publicarei na íntegra e a foto também.

Data de nascimento e outra, quantos anos a teve, etc.

Já viu as homenagens de outros donos lá no blog.

Mas não vale chorar cada vez que lá for ver.

 

Fique com Deus e com  os mesmos anjos que acompanham agora a sua menina.

Um dia se encontrarão na porta do céu. 

Um beijo e um abraço para você, Vanilma.

Laura Martins (de Portugal)

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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2014

Bobinhos

Kimba-Bob.jpg

Meu amigo, é assim que te vou recordar.

Obrigada por teres confiado em mim e no tio Miguel Capinha. Foi pouco o teu tempo de vida, maldita doença.

Sei que enquanto estiveste connosco foste feliz, brincaste, aprendeste que o carinho é bom e hoje adormeces-te no meu colo. Caiu uma lágrima do teu olhinho.

Desculpa Bobinhos, não iria prolongar o teu sofrimento.

Um dia estaremos todos reunidos e vamos ver-te com o narizinho perfeito.

Fica em Paz Até já

-----------------

9/12/2014

 

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2014

Shirra

Shirra-SuzetteRizzo.jpg

Se foi!

Era o anjo que me guiava, protegia

e me alegrava.

Era anjo no olhar, um olhar que dizia

um olhar que amava.

Se foi, sofredora,

sem choro, gemidos altos,

silenciosamente...

O focinho  entre as patinhas

entregue a dor.

Shirra era luz, iluminou...

Dormiu minha amadinha,

acordou eu sei, num lindo jardim,

o meu amor. 

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Suzette Rizzo

June 18, 2014

Postado por suzette.rz às 6/19/2014 07:45:00 AM

http://suzette-rz.blogspot.pt/2014/06/shirra.html

 

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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

ANASTÁCIA - passou para o outro lado

Galera querida,
tem pessoas aqui na Net que conheceram por e-mail e outras pessoalmente a cachorra da minha filha (Anastacia).
Como eu não me lembro de todas as pessoas que conheciam a Anastacia, estou dando esta noticia a todos da minha lista.
Na semana passada após o Natal a cachorra da minha filha *passou para o outro lado*.
Estamos todos muito tristes e eu mais ainda devido a situação que estou vivendo com o meu *peludinho. *
Não quis dar a noticia para vocês na vespera do Ano Novo que é uma data em que todos estão se preparando para as festas.
Assim sendo, estou lhes comunicando hoje.
Beijão para todos.
- E abaixo uma das fotos mais lindas da Naná (Anastacia) - como costumavamos chamá-la.
Rose.

Ana (minha filha) Miriam (minha neta) e a Anastacia

 
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Domingo, 10 de Julho de 2011

Rufus e Domi da Mar Teresa - Galiza

 

Mar Teresa perdeu os seus 2 cães faz tempo e nunca mais se decidiu a ter outros.

Sofreu demais!

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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

A perda de um companheiro

24/02/2011
Estou muito triste e deprimido. Imagine que me separei do meu fiel amigo Snoopy.
Há muito que ando numa luta vacilando se seria ou não a altura certa, mas com alguma coragem e determinação chamei o veterinário, que veio cá ontem pela manhã, e resolveu o assunto.
Tenho sentido muito a sua falta. Ele, mesmo com alguma dificuldade, andava quase sempre perto de mim. Como que estou sempre julgando vê-lo surgir à
minha procura.
Mas tinha de ser. Ele estava praticamente cego e surdo. Já não tinha dentes à frente. Quando se levantava, de uma das diversas camas de que dispunha,
custava-lhe readquirir a normalidade, devido a problemas nas articulações.
Ultimamente sofria de incontinência urinária, pelo que urinava um pouco por todo o lado onde se deitava, ficando com o pêlo da barriga sujo de urina, pelo que cheirava muito mal. E minha mulher, que costumava catá-lo quase todos os dias, deixou de o fazer com nojo de lhe pegar. Também não dava para lhe dar banho todos os dias. Nos últimos dias, ele mesmo deitado latia, certamente com dores.
Enfim, a situação estava ficando insuportável. Sem qualquer esperança de que as coisas melhorassem, olhe, custou-me, mas antes que piorassem, fiz o que
julgo estar certo. Contudo fico com a sensação de ter o ter traído, dada a confiança que ele tinha em mim.

Sei de casos em que os animais sofreram por demais, perdendo mesmo toda a dignidade, se assim se pode dizer, à espera do fim.
Desculpe o desabafo.

Agradeço o quanto me diz afim de não me sentir culpado e aceitar a situação.
Realmente e pela lógica julgo ter feito o que havia a fazer. Mas foram 14 anos de convívio, práticamente permanente, dado que já estava aposentado quando ele veio viver connosco.
Enfim, é a vida e nada há a fazer a não ser conformar. Só o tempo poderá atenuar a situação.
Seu amigo
Ivo Lourenço (Açores)

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Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010

A dor da perda!

"Tire o seu sorriso do caminho, que eu quero passar com a minha dor"


Ontem, depois de tanta luta, tanta resignação, tanto sofrimento o PERI nos deixou. Partiu da mesma forma que entrou nas nossas vidas, sem pedir nada, sem queixa, silencioso....
Foi abandonado num Hotelzinho no reveillon de 2006.
Era um cão idoso (estava com + ou - 10 anos quando o conhecemos), tinha displasia e artrose degenerativa muito avançada.  Foi tratado na USP pelas equipes de Ortopedia e Equipe da dor.

Viveu num Hotel 4 longos anos. É verdade que 3 vezes por semana o trazíamos para passar a tarde connosco, mas nunca é a mesma coisa que ter um lar. Na hora de voltar para o hotel, esticava o pescoço, "empacava" se recusando a sair, isso nos dava muita pena.
Fizemos tudo que podíamos, mas não conseguimos dar a ele o tão sonhado lar...
Peri tomava muitos remédios, por isso tínhamos receio de doá-lo, quem iria querer um cão tão dispendioso? Optamos por mantê-lo ao nosso lado. Era o nosso companheiro e amigo. Saia  connosco para outros resgates, para levar os amigos de 4 patas ao vet e até sequestro relâmpago o nosso Perizoca vivenciou!

Peri  tinha a Dignidade dos Marginalizados, aceitando humildemente todo sofrimento que a vida lhe impôs. Era doce, digno, nobre, não conseguimos imaginar o que fez uma pessoa abandonar esse Majestoso Cão.
Quando o conhecemos nem levantava a cabeça, estava em profunda depressão, aos poucos fomos conquistando sua confiança.
Perizoca, felizes nós duas, que pudemos desfrutar da tua presença.
....tivemos momentos lindos, teu final foi sofrido mas, felizmente na última semana você estava morando entre a casa da Sandra e a minha.
Nos resta o consolo de saber que no final de tua estada aqui na terra você esteve amparado e se soube amado.
Siga em paz amigo, você nos ensinou o sentido da resignação e da tolerância.
Você deixou uma lacuna, um vazio... Era único e soberbo.
-------------------------
Juana Braga e Sandra Marcos
www.sauaus.blogspot.com 

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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

Carlinhos, o cão da VAN

Oi Laura, essa homenagem eu fiz pro meu amado Carlinhos que partiu aos quase 16 anos, minha mãe sempre fala que ela não enterreu um cão, ela enterrou um filho, exagero? Não é, só quem ama como nós é que entende essas coisas!

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VAN

 

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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Monty - cão de Laura Martins

Dia de cão! 

 

É, meus amigos, melhor dizendo: Dia de Ficar Sem cão! Hoje fiquei sem o Monty!

Foi adormecido às 4 e meia da tarde. Não dava mais para ver a desorientação do bichinho durante as manhãs. Ele andava sem destino durante uma hora ou duas, corria a casa toda e o quintal, sem destino e sem parar, a arfar. O coração estava cansado e fraco.

Sempre dissemos, e os veterinários também, que ele não teria uma longa vida por andar sempre a correr nervosamente dum lado para o outro, ele não parava quieto. Só se aquietou após a perda da visão.

 

Mais uma vez fiquei com um animalzinho no colo, abraçado a mim enquanto era adormecido e exalava o último suspiro. O veterinário não quer, nunca quer, e diz ser muito violento; mas eu insisto e fico sempre com eles até depois do último instante, quando resta apenas um invólucro sem alma, sem vida, um corpinho lindo que tanto amei e que me amava acima de tudo e de todos.

Perdi o meu amigo, a minha sombra, a minha mantinha peluda! Sempre atrás de mim ou à minha procura, incansável. Mesmo sem o poder da visão, pelo olfacto ele me encontrava onde quer que eu estivesse, em casa ou no jardim e ali se deitava.

 

De raiva, cheguei a casa e cortei uma trepadeira enorme quase toda. Ela precisava de ser desbastada, mas hoje foi mesmo para pôr o corpo a funcionar em grande. Cortei, serrei troncos da grossura do meu pulso e depois caí para o lado. Adormeci um pouco e escrevi.

 

Lembro-me de ter saído do veterinário com a sensação duma necessidade premente de gritar. Em vez disso, deixei que as lágrimas corressem em silêncio. Só hoje me dei conta de quanta verdade existe naqueles filmes em que alguém pára debaixo duma ponte ferroviária, espera que o comboio passe e grita a plenos pulmões. Outros, cavam a terra e outros ainda, tal como eu, serram lenha ou cortam árvores. Afinal, o que é preciso é cansar o corpo e expelir a dor junto com a raiva. Desculpem esta mensagem, mas é o resto do desabafo, os últimos laivos de dor.

O meu lindo cão já não existe mais a não ser na minha lembrança, nos poemas que lhe escrevi, nas muitas fotografias nos álbuns, no meu computador, e no seu blog http://blogdocaomonty.blogs.sapo.pt 

Mais tarde escreverei um último poema para ele, em sua homenagem. Ele merece!!!!!!!

 

A vida manda e nós obedecemos, quer queiramos quer não... O destino é implacável e o tempo igualmente!

 

Adeus meu amigo, lindo amigo! Sê feliz onde quer que estejas.

Desejo-te um lindo jardim cheio de flores perfumadas, muitas árvores e um cantinho cheio do sol que tu adoravas.

Levemente, a minha mão poisará na tua cabecinha para dormires em paz, tal como hoje.

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Laura B. Martins

http://almasdemulheres.blogs.sapo.pt

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Juca, da minha amiga Regina Mas

Juca faleceu. Paz à sua alminha lá no céu!

Foi imenso o desgosto da minha amiga Regina Mas.

Felizmente, resolveu seguir o meu conselho de amiga e procurar adoptar um outro cãozinho.

É o melhor a fazer porque há muitos, demasiados até, a precisarem desesperadamente de um lar.

Ela encontrou um casal mas, o cãozinho estava já muito doente e também o perdeu, após muitas idas ao veterinário.

Ficou a cadelinha que é a alegria dela.

Obrigada, minha amiga, pelo seu bondoso coração.

Mais um animal foi resgatado dos canis - Deus seja louvado!

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Laura B. Martins

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publicado por LauraBM às 23:52

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Domingo, 10 de Janeiro de 2010

A dor da perda - Regina Mas

Regina Mas na dor da perda de um cãozinho; mas, ainda, com uma linda companheira.

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Thaís era assim quando a adotei, em 25 de novembro de 2009.
Trouxe-a da SUIPA e ela tinha mais ou menos 6 ou 7 meses.
Para quem não sabe, a SUIPA é um local que abriga animais abandonados.
cães, gatos, macacos e até cavalos...São cerca de 5000 animais lá.
 
De quebra, trouxe esse outro que, muito doentinho, diabético, morreu no dia 07 de janeiro de 2010.
 
Foi feliz durante um mês na minha casa... Era um cão maravilhoso, tal como o é a Thaís.
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publicado por LauraBM às 18:35

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Sábado, 25 de Julho de 2009

Adeus, Max!

Adeus, meu querido amigo e companheiro, descansa em paz.

Diasfelizes_3fotos.JPGEra uma vez um cão que esteve durante muito tempo amarrado, com grossa corrente e apertada coleira, na porta de uma oficina no concelho de Sintra.

O Max, de seu nome, certamente nunca compreendeu qual o motivo pelo qual o seu primeiro dono, frequentador activo da alta sociedade cultural deste país, o deu aquela pessoa que o viria a atar a um portão. Ele que nem a ele próprio se sabia guardar! Seria porque arranjara outro cão? Ter-se-ia casado com alguém que também tinha cães e portanto ele tornava-se “não grato”? Nunca soube certamente esse porquê pois, o amor que veio a ter a partir do Outono de 1996 (tinha ele quatro anos), quando veio para a minha casa, fê-lo esquecer esses maus tempos da sua infância.
Como veio parar a minha casa ainda é para mim um mistério pois apenas sei que a minha filha, então com 19 anos, pressionou de tal forma o dono da dita oficina que ele, para não ter chatices foi-lhe entregar o cão a casa.
Nunca nos foi dito o nome original do Max mas isso também nunca nos importou.
Ainda estou a ver a cena dessa primeira noite: Eu trabalhava em turnos nocturnos e, quando cheguei a casa, estava o Max sentado em frente do sofá onde a minha mulher diariamente ficava à minha espera. Olhavam-se entre si, cada um com mais medo do outro!
O Max, belo cão de água português, cuja veracidade e total pureza foi confirmada pelo Clube Português de Canicultura posteriormente (note-se que o anterior dono se recusou a transmitir-nos a caderneta das vacinas e qualquer documento, tudo foi verbal) mais parecia um urso quando chegou às nossas mãos, pelo comprido e não tratado, queimado pelo sol, sujo, a tal coleira humilhante, etc.
Depois disso...…
Viveu connosco treze anos e tal, muito feliz, sei disso, amado por toda a minha família, extraordinariamente amigo e companheiro.
Saia à rua e era amigo de todos que também gostavam dele, especialmente pela docilidade. Ultimamente era usuais as pessoas, especialmente crianças, dizerem quando ele passava: Olha!!! É igual ao cão do Obama!!!
Invariavelmente eu respondia: Não. O cão do Obama é que é igual ao Max.
Começou a sofrer de diabetes aos onze anos, sendo desde então obrigado a tomar duas injecções (50ml cada) diariamente. Cegou completamente mas continuou a ter qualidade de vida pois o amor mútuo transmitido ultrapassou esta vicissitude.
Quando íamos de férias era passageiro privilegiado no carro (que se atapetava majestosamente para ele ir confortável) e sempre nos fez companhia nas deslocações que fazíamos.
Exagerámos? Há quem diga que sim. Eu apenas respondo que se pudesse voltar atrás faria precisamente o mesmo: Ficava com ele e daria o mesmo ou mais carinho que lhe dei (demos) durante a vida que passou connosco.
Infelizmente surgiu a malvado tumor na boca que foi o princípio do fim do meu querido amigo e companheiro. Coitadinho deixou de conseguir comer, entristeceu, só queria estar deitado e até os passeios em que ele vaidosamente se gostava de mostrar lhe começaram a ser penosos.
A veterinária (agradeço o empenho, profissionalismo, interesse e competência que encontrei na Clínica Veterinária do Lourel - Sintra) tudo tentou mas era impossível. Não reagia aos antibióticos e outros medicamentos. Estava a sofrer o meu querido Max.
Naquela manhã de 24 de Agosto levei-o à clínica. Ninguém me disse nada quando eu saí de casa e agarrei as chaves do carro. Todos sabiam que o momento que ninguém queria mas era necessário chegara. Quando chegou ao veterinário (dizem-me que eu sugestionei-me) ficou nervoso e só passeava de um lado para o outro como a pressentir que algo não iria ser bom para ele. Será que era isso ou estava a agradecer e pedir para lhe acabarem com o sofrimento? Nunca o saberei.
Às onze da manhã tomou a primeira injecção com o soro e a veterinária retirou-se para me deixar despedir do meu querido amigo.
Despedi-me e ele ainda teve forças para me lamber as mãos enquanto eu o abraçava e lhe dava um beijo de despedida.
A veterinária voltou e em silencio acabou de adormecer o meu amigo.
Senti-me triste, incrivelmente triste, com uma dor profunda na alma
Como um autómato apenas consegui dizer quando tudo ficou acabado e muito emocionado tive de sair da sala:

- Adeus velho e querido amigo, descansa em paz.

O Max foi cremado mas o nosso amor por ele nunca se apagará.
-------------------------------
Mário Manuel Barros

NOTA:

Estas histórias pungentes dos dramas vividos por quem se apaixona pelos animais, são realmente enternecedoras.
E eu que o diga, quando choro pelo meu amado Kimba!
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Laura B. Martins
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publicado por LauraBM às 23:27

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Cadela Vick - da Edna Feitosa

Vick_Edna.JPGAmigos
A nossa "cãzinha" Vick morreu hoje, 29/04/2009.
Ela começou a ter convulsões ontem de madrugada e acabou morrendo hoje por volta de 12 horas.
Ela estava connosco desde bebê e já estava com quase oito anos.
Dói muito. Quem tem cachorro sabe o que estamos sentindo, mas é mais uma provação e Deus não nos dá nenhuma provação maior do que podemos suportar.
Vai passar; tudo passa.
Preciso de um abraço, que retribuo com muito carinho.
Edna
========
A minha amiga Edna sofre pela sua cadelinha. Ah, como sei dar o valor!
Busca outra, Edna, de preferência abandonada, sem o carinho de uma dona amiga.
Procura nas Associações que estão cheias deles, bem carentes e precisam de ajuda e do lugar para outro mais desvalido.
Um abraço apertado, Edna.
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Laura B. Martins

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Cão Pirata-Homenagem

Perdi um cão maravilhoso em 21 de junho de 2007, por isso escolhi você para desabafar. Ontem, minha neta saiu para passear com o cachorro mais carismático que já tive, nao sei como inserir foto,mas estou acabada, ele escapou da guia,foi para a avenida, dois carros bateram nele, ainda voltou para casa mas não resistiu. Em meio aos gritos de desespero pela perda, aparecem os donos dos carros, para saber quem ia pagar os estragos.Juro que se eu tivesse uma arma teria atirado sem dó. Realmente não dá amis para viver nesse mundo.Que São Francisco de Assis dê forças para todos nós que amamos os animais. Desculpem o desabafo!
Dulcília
Pirata_cao.JPGEu sou a neta da Dulcília que lhe escreveu há alguns dia contando sobre o cão Pirata que foi atropelado.
Estou encaminhando uma foto dele e dois "recados", um meu e um dela.

Eu adoptei outro sim, um dogue alemão, mas ele tá bem mal... Era mal tratado e tá difícil.
Ele está em casa há uma semana e pouco, mas parece que é meu há anos.
Estou arrasada porque não superei a perda do Pi e não quero perder o Max...
Mas, Deus sabe o que faz!!!

"Adeus meu querido amigo e quase filho. Vivemos pouco tempo juntos, mas a saudade é imensa e dolorosa. Parece um pedaço amputado de mim. Siga seu caminho em paz ao lado do MU e da Pê que você amou tanto e não se esqueçam de mim que pretendo em breve estar com vocês. Sua mãe Dulcínia"

"Não tenha medo pare de chorar
Me dê a mão, venha cá
Vou proteger-te de todo mal
Não há razão pra chorar
No seu olhar eu posso ver
A força pra lutar e pra vencer
O amor nos une, para sempre
Não há razão pra chorar
Pois no meu coração você vai sempre estar
O meu amor contigo vai seguir
No meu coração aonde quer que eu vá
Você vai sempre estar aqui
Por que não podem ver o nosso amor?
Por que o medo? Por que a dor?
Se as diferenças não nos separam
Ninguém vai nos separar
Não deixe ninguém tentar lhe mostrar
Que o nosso amor não vai durar
Eles vão ver, eu sei...
Pois quando o destino vem nos chamar
Até separar-nos é preciso lutar
Eles vão ver, eu sei..
Nós vamos provar que...
No meu coração eu sei você vai sempre estar
Eu juro que o meu amor... Contigo vai seguir...
Você vai sempre estar aqui... Aqui para sempre
Meu amor
Vai contigo
Sempre contigo
Basta fechar os olhos
É só fechar os olhos
Quando fechar os olhos
Vou estar aqui
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Sua mãe Flavinha"
25/08/2009
Obrigada
Flaviana Souza
Técnica em Artes e Design e Museologia
Museu de História dos Salesianos no Brasil - SP
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Ele merece essa homenagem e muitas outras...
Graças a Deus o Max está ótimo!!! É uma troca de amor incomparável... A gratidão que ele tem por mim é tão grande que ele dorme embaixo da minha janela..
Acredito que o Pi esteja ali com ele.
"No meu coração, aonde quer que eu vá, você vai sempre estar, sempre."
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Flaviana
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Adeus, amigão Scharick!

scharick_dono.JPGSei que partiste e se pudesses deixar uma mensagem para o dono seria mais ou menos assim:

Companheiro, o meu tempo chegou ao fim, não fiques triste com a minha partida porque os laços que nos unem são fortes.
tinha que ser assim, eu já tinha dado sinal que isto viria a acontecer quando estive doente no ano passado. Não te culpes por nada porque o que é importante é o amor que por mim sentes. Eu vou fazer o que sempre fiz que é estar ao teu lado até que possamos ficar juntos outra vez. Até breve...

Chegaste em 2000,para me alegrar, com cerca de dois meses, pois tinhas nascido em Maio, como não sei ao certo a data, assim passaste a fazer no meu dia (26 de Maio) anos juntos com direito a bolo! Alegraste a minha vida, muitas e boas recordações tenho de ti, a casa sem ti não é a mesma! Esperto, alegre e manhoso, mas também muito amigo.
Não consigo escrever mais sobre ti, pois a tristeza é imensa, desculpa qualquer coisinha.
Faleceste dia 21 de Junho de 2009!
Tenho pena não me ter despedido melhor de ti!
Saudades dos avós e do tátá (Tiago),que mal te conheceu!

ADORO TU SEMPRE NO MEU CORAÇÃO
até um dia
-----------------
10/07/2009
Mário A. G. Teixeira

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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Cão Victor da Sofia

VictordaSophia.jpgVictor nasceu dia 05/11/1998
Viajou definitivamente dia 5/06/2008.


Após 10 anos de convivência, companheirismo, amor infinito e principalmente compreensão, Victor, meu Dachshund partiu ontem para o lado de Deus. Nos mistérios da morte ou outra vida, que ele espere por mim. Tenho fé que um dia nos reencontraremos. Nossa casa agora apresenta um vazio, um silêncio que dói no peito. Na hora das refeições, um prato a menos. Sua ausência ecoa em todos os ambientes daqui.

Quero portanto deixar minha homenagem a ele. Victor...que sua passagem seja tranquila e que o mal que te tirou de mim desapareça por completo agora...pois acredito que as doenças desse mundo desaparecem nessa passagem. Tenha-me contigo assim como o guardo em meu coração, meu grande amor!

" EU TENHO TANTO PRA TE FALAR, MAS COM PALAVRAS NÃO SEI DIZER....COMO É GRANDE O MEU AMOR...POR VOCÊ...."


Apesar da saudade que me machuca, aprendi a crer que na vida, a morte é apenas uma outra dimensão e no momento que Victor foi entregue nas mãos de Deus disse a ele que me aguardasse, pois creio que algum dia nos encontraremos de novo.

Tenho vários animais, mas ele era e continua sendo muito especial para mim, diferente dos outros. Me entendia no olhar. No mais, é deixar o tempo passar. Dói fazer um prato de comida a menos, olhar o lugarzinho dele na minha cama vazio. Ele era diabético e me requisitava muitos cuidados. Resumindo, parece que um pedaço de mim se foi para longe.
Bem, o primeiro bom momento foi quando do eu o adquiri aqui no Brasil, no Estado de Minas Gerais. Eu moro em São Paulo e estava viajando. Quando o vi naquela gaiolinha o adorei de primeira! Veio pra casa comigo em Novembro de 1998.

Outros momentos foram todos maravilhosos...assistia TV comigo, sempre precisava estar junto de meu corpo, era muito ciumento...pela carinha dele se vê que doce de "menino" ele era.
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Sophia

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Terça-feira, 18 de Julho de 2006

Dan também se foi

Dan_Dog.jpgNão tenho nenhuma dúvida de ter decidido o que era melhor pra ela, que tinha osteoartrite degenerativa e estava sob controle até atingir a coluna vertebral...
Amanhã mando uma foto recente. Quanto a escrever algo sobre ela, não sei se, nem quando conseguirei...
Por enquanto, veja na minha HP http://paginas.terra.com.br/arte/janice/
- entre em ANIMAIS, depois em APRESENTAÇÃO... e depois em slide 9 - fotos da Dan em várias etapas da curta vida que ela teve.
para saber porque a vida dela foi tão curta (5 anos)

Leia mais AQUI , abaixo da foto das duas cadelas.
OBS:os ANIMAIS, ali registrados, todos já se foram e a Dan foi a última...

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Estou muito triste, mas estou tranquila pois sei que fiz tudo que me foi possível e preferi não vê-la morrer aos poucos de fome e de dor, pois ela já não queria mais comer nem tomar remédio e não merecia um fim tão triste.
E ela já havia desistido do lutar... o vet resistiu e argumentou, mas eu consegui manter minha decisão e ele acabou se rendendo.
Felizmente, um dos meus filhos veio na hora, entrou no canil c/o vet e acompanhou de perto até o fim: deve ter sido um alento pra ela, que gostava muito dele... bem, pra mim foi um factor de tranquilidade.

Vou arrumar outro cachorrão, sim. Mas quero me dar algum tempo antes de encarar outro filhote (o Dog [meu Lhasinha preto] está "saindo das fraldas":-))) e vai ser castrado depois dos feriados) preciso de descanso e filhote dá trabalho e despesa.
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6/09/2006
Janice Maria da Silveira
http://paginas.terra.com.br/arte/janice/

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Sábado, 15 de Julho de 2006

A vida não pára (tchau Mine)

Mine_daJanice.jpg(tchau Mine)
A Mine (Jasmine - 7 anos) passou pela minha vida e me trouxe muitas e inesquecíveis alegrias. Ontem ela se foi... eu acredito q os bichos não têm espírito, mas como toda matéria viva, têm energia, e que esta energia sai do corpo do animal morto e se reintegra à natureza de alguma forma... assim é que ontem, quando o veterinário saiu daqui levando o corpanzil da minha grandoninha, eu senti uma dor enorme, mas sei que muita energia boa espalhou-se pela natureza e ela pode estar integrando cada plantinha que floresce, cada árvore frondosa ou cada nuvem ou estrela.
A Mine me olhava com imensa ternura e me trouxe segurança, pelo muito de confiança que ela demonstrava ter em mim...
Quanto a mim, apesar de muito triste, sinto-me segura e envaidecida por ter tido uma 'amigona' tão forte, valente e fiel.
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29/03/2006
Janice da Silveira
http://paginas.terra.com.br/arte/janice/

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Segunda-feira, 10 de Julho de 2006

Meu melhor amigo... Foi-se!

cao_Lobao.jpgLembra meu caro, quando nos vimos pela primeira vez?
Você tinha apenas alguns meses de idade.
Seus olhos eram verdes..... sua cor marrom.......
Oh!! Meu Deus que coisa Linda!!!!!!
Minha mãe já te amava.........

Foi amor a primeira vista.
Nós, porém lhe causamos uma grande dor, pois o separamos de seus pais, irmãos amigos.
Então o Mauricio te carregou no colo e levou-o para minha casa.
Sei que no começo você estranhou um pouco, mas devagar foi se soltando, correndo, brincando de esconde-esconde, bola e gol e… mordidinhas nos meus calcanhares.
Lembra? Foi tão bom aquele tempo, não foi?
Não havia tanta violência como hoje, podíamos andar à vontade.
E você foi crescendo, crescendo, e se tornou adulto.
E cuidou muito de mim.....
É bem verdade  que matreiro poderia ser o seu segundo nome.
Brincávamos sempre, de esconde-esconde e de bola. 

Que susto! Que dor! Você ficou doente.............
Eu não entendia  ......meu melhor amigo tem epilepsia!
Sem qualquer aviso o ataque vinha........ Seus olhos lacrimejantes suplicavam-me que fizesse alguma coisa.
Muitas vezes supliquei a Deus ..., que fizesse alguma coisa.....
O médico não conseguia resolver o "seu problema e muito menos o "meu" também.
Como poderia ficar tranquila diante do seu sofrimento?
Tínhamos um medicamento humano.... Gardenal.....
Mas não adiantou... Os ataques continuavam frequentes.......
Você foi internado.....
Uma injecção perfurou-lhe a veia e sangrou-me o coração.
Uma sonda extraiu-lhe a urina e sugou-me a alma.
E o  milagre não aconteceu.

E mais uma vez meu coração parecia não mais bater, simplesmente  me espancava,,,,,,,,
Nem minhas lágrimas mais me confortavam........
Mas enquanto a sua saúde saia pela porta, a vida nos escapava pela janela...
Mentimos para nós  que éramos fortes.
Camuflamos os sentimentos para nos protegermos da solidão.
Disfarçamos as lágrimas para nos pouparmos da angústia.
Nós sofríamos a mesma saudade e dissimulávamos o mesmo soluço.
E nos unimos no companheirismo, no respeito, na compreensão e no silêncio.
Fomos atados pela mesma dor.

Você se foi e eu me tornei infeliz.

A alegria não mais  voltava ao lar.

Agora, quando me aparto de você levo o seu olhar suplicante a me dizer:
- “Não Morri " Eu estou dentro do teu coração. E, então, eu volto correndo para me agarrar ao seu amor.
E, cada vez mais, me constranjo em afastar-me de você.
Cada vez mais me prendo ao seu destino.
A cada nova recordação é uma festa de carinhos. É uma algazarra de atenções.
E continuamos a nossa brincadeira de esconde-esconde.
Mas agora, somos, eu e você, a escondermo-nos da vida.
Logramos superar as adversidades da vida.

É preciso que o mundo saiba desse nosso relacionamento. É preciso que as pessoas entendam que existe a possibilidade de união entre seres que se dependem.
É preciso que os seres vivos se unam no mais sublime dos sentimentos - o amor.
Mas neste mundo hostil  a humanidade é adversa.
Quem nos entenderá?
Uns serão indiferentes, outros aprovarão, muitos ridicularizarão, e a maioria jamais compreenderá
o significado desta afeição.
Não importa!
Mas se, em algum momento, alguém, lendo estas linhas, se enternecer com a nossa história...
Se existir um coração, em algum lugar, que compartilhe deste sentimento...
Se alguma gotinha de lágrima, por mais disfarçada que seja,  rolar de alguma alma comovida...
Ou, se apenas um breve sorriso de carinho brilhar nos olhos emocionados de qualquer criatura sensível...
Então nós diremos:-
VALEU A PENA ESTA HOMENAGEM AO AMOR...
Porque... 
Todos os cães merecem o céu
NOS TE AMAMOS MEU GRANDE AMIGO LOBÃO!!
--------------------------
Cynthya Lins & Mauricio
http://www.amigolobao.com

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Quarta-feira, 5 de Julho de 2006

«BUBA» saudades

cadela_Buba.jpg«BUBA» saudades

 Sabe querida *Buba*…
você era uma rainha…
mas agora você…
virou uma estrela.

A saudade que está
no coração da mamãe…
nunca vai acabar.

Mas as alegrias que você deixou…
nesses 11 anos de vida...
serão eternas!!!
--------------------
Sua dona desgostosa - Dirce
cadela_bubapeq.jpg
BUBA
22/11/1992-13/02/2004
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2005

Cadela Hula

Hula_cadela.jpg 

HULA

O meu coração não pára de latir em silêncio.
O azul do céu virou dourado
e ainda escuto a cadeira lá fora, balançando sozinha.
Ouço as pancadas da cabeça batendo pelos móveis da casa
querendo que eles saiam da frente.
A cegueira nunca fez a infelicidade.
O carteiro ainda correu assustado.
O jornaleiro perguntou: "cadê a douradinha?"
Ninguém derrubou a ração da tigela.
Nem a sabiá veio hoje furtar nada.
Há um luto estranho lá fora...
E aqui dentro de casa,
muita poesia em forma de saudade.
--------------------------
Claudia Villela de Andrade

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Quarta-feira, 2 de Junho de 2004

SUNNY-Saudade-Eda/Maria

Sunny_EdaMaria.gif Sunny, você foi para mim tudo que eu pedi à vida.
Deixou uma imensa e enorme saudade que não sai por um minuto do meu coração.
Nos mínimos detalhes eu a vejo, sinto o seu corpinho que eu beijava tanto nessa sua cabecinha linda e cheirosa.
Quando a mamãe Maria lhe dava banho e eu a enxugava, você já sabia tudo que eu ia fazer com você: rolava na cama e vinha rastejando, brincando para eu limpar as suas orelhinhas. Quando acabávamos tudo, você partia rápida, feito uma flecha e saia desabalada, correndo, e ia tomar sol. Esse sol que impregnou a nossa vida.

Não vou esquecê-la nunca, minha querida.
Onde quer que você esteja, saiba que as mamães a amam muito, que você não é esquecida nunca.
Que todos os que tiveram a felicidade de conhecê-la não vão tirar a sua imagem tão linda.
A tia Ana também a ama demais. Molha sempre você que se transformou, no mesmo seu cantinho da sala, num lírio da Paz.

Que você tenha encontrado todos os seus parentes nessa imensidão azul, onde Nosso Pai vai tomar conta de você, pois já não o podemos fazer.

Um beijinho carinhoso de suas mamães
------------
Maria e Eda

 

Sunny – Poema
A dor da saudade das donas - Eda e Maria
Como pode um serzinho de 4 patas deixar tamanho vazio?

Amei-te como jamais amei /
Te perdi como esperava. / Sem dor, com olhinhos fechados
Não vi tua despedida. / Entrei no quarto a chorar / Quase morri.
Perdi meu amor / De treze anos / Amados e queridos. / Sem traição nem desventura / Ah! Como te amo / E como te amei...
Acho que jamais / Amarei assim, outra vez.
Falavas comigo pelo olhar! / Tudo entendias / E como...
Carinha bonita / Feita com o pincel mais renomado / do mundo dos pintores.
Eras perfeita demais...
Quando dormias / Te contemplava.
Quando domingo, / Não estava mais só
No meu desalento de família perdida. / Tudo eras para mim.
Hoje só tenho um retracto / E a lembrança.
Lágrimas correm , deslizam / Profundas e amargas / Pois não tenho mais a ti.
Procuro-te pela casa / Não mais estás.
Estás no céu, creio eu / Com os outros bichinhos .
Sunny / Amor de minha vida
Cadelinha querida / Sempre te amarei!
--------------------
16/08/03 - Araruama,
Eda Carneiro da Rocha

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Terça-feira, 1 de Junho de 2004

Lidando c/perdas

cao_oculoslenco.gifPoema dedicado a meu cão meu vira-latas... Tobi.
Encontrava-me muito triste por ter de autorizar seu sacrifício...

Tinha inchaço nas patas em decorrência de grave complicação renal.
Não quero ter mais nada nem ninguém.

Não quero ter filhos, nem amigos, nem namorados, nem marido!

Nem casa, nem emprego nem dinheiro, nem bichos.

Nem plantas, nem flores, nem prestígio.
Para cada "ter" exige um "ser"...
Ser carinhosa, cuidadosa, dinâmica, dedicada, virtuosa.
Decente, prudente, providente... E por aí afora...
Não quero ser dona de nada nem de ninguém!
Até pra ser dona de mim dá um trabalho danado!
Juro! Nada quero ser nem ter! Quero simplesmente... Viver!
E o pior é que ando triste e a dor insiste em me querer...
Que droga!
O tempo correu...
A vida hoje parou. Meu cachorro morreu. Não quero pêsames!
--------------------
15 horas - 14/10/2001
*Emiele* - IPATINGA

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