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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

É Apenas Um Cão?

(Uma bela mensagem que aborda este tema fundamental de como são importantes os cães em nossas vidas)

 

cao_coracoes.gifDe vez em quando escuto alguém a dizer-me:
Pára com isso! É apenas um cão!
Ou então:
- Mas é muito dinheiro para se gastar com ele! É apenas um cão.
Essas pessoas não sabem do caminho percorrido, do tempo gasto ou dos custos que significam "apenas um cão".
Muitos dos meus melhores momentos me foram trazidos por "apenas um cão".
Por muitas horas em minha vida, minha única companhia tem sido "apenas um cão", e eu não me sinto desprezado.
Muitas de minhas tristezas foram amenizadas por "apenas um cão".
E naqueles dias sombrios, o toque gentil de "apenas um cão" me deu conforto e motivo para seguir em frente.

Se você também é daqueles que pensam que ele é "apenas um cão", com certeza deve entender bem expressões como "apenas um amigo", "apenas um nascer de sol", "apenas uma promessa"...
"Apenas um cão" deu à minha vida a verdadeira essência da amizade, da confiança, da pura e irrestrita felicidade.
"Apenas um cão" faz aflorar a compaixão e a paciência que fazem de mim uma pessoa melhor.
Por causa de "apenas um cão" eu me levanto cedo, faço caminhadas e olho com mais amor para o futuro.
Porque pra mim - e para pessoas como eu - não se trata de "apenas um cão", mas da incorporação de todos os sonhos e esperanças do futuro, das lembranças afectuosas do passado, da pura felicidade do momento presente.
"Apenas um cão" faz brotar o que há de bom em mim e dissolve meus pensamentos e as preocupações do meu dia.

Eu espero que algum dia algumas pessoas entendam que não é "apenas um cão", mas é aquilo que me torna mais humano e me permite não ser "apenas um homem".
Então, da próxima vez em que você escutar a frase "É apenas um cão", apenas sorria para essas pessoas porque elas apenas não entendem.
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24/08/2007
Sandra Dee

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publicado por LauraBM às 20:40

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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Se queres alguém assim...

cao_pata.jpgSe queres alguém que coma tudo o que lhe puseres à frente e nunca te diga que a comida que a mãe dele faz é melhor

Se queres alguém que esteja sempre desejoso de sair, a qualquer hora, para ir contigo onde tu quizeres ir e durante o tempo que te apetecer

Se queres alguém que nunca toque no controlo remoto, não ligue ao futebal e se sente ao teu lado enquanto vês os filmes românticos

Se queres alguém que fique contente de saltar para a tua cama só para te aquecer os pés e que podes pôr fora se ressonar

Se queres alguém que nunca critique o que fazes, que não se importe se estás feia ou bonita, gorda ou magra, velha ou nova, que se comporta como se cada palavra tua é digna de especial atenção e te ame incondicionalmente para sempre
COMPRA UM CÃO!

Mas, se em vez disso, queres alguém que nunca vem quando tu o chamas, que te ignore completamente quando chegas a casa, deixa pêlo pela casa toda, anda por cima de ti, vagabundeia toda a noite, que só vem a casa para comer e dormir e que age como se toda a tua existência se destinasse só e inteiramente a fazê-lo feliz...
COMPRA UM GATO!

Aposto que pensavas que eu ia dizer para arranjares um homem... hahahahaha
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23/06/2007
Art. recebido via Internet, s/autoria

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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Sem lógica alguma

anjocao_coroa.jpgA verdade, porém, é que não há nenhuma lógica nesta droga de mundo.
Pra quê uma tartaruga terrestre, das Ilhas Galápagos, tem que viver até 150 anos?
Um cão dura pouco porque todos os carnívoros duram pouco, inclusive os ferozes, como o leão, o tigre, etc.
O mesmo acontece com seres humanos que se alimentem de muita carne, excluindo em excesso os vegetais.
Aqui no Brasil, os gaúchos, os pampeiros de verdade, morriam cedo, até descobrirem que comiam churrasco em demasia.
Acho que também não vou durar muito...
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27/07/2006
Ana Suzuki

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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Minha forma de amar é só uma!

Tina - Junho 2003

TinadaEmiele.jpgPeço perdão a Deus por ter tanto apego às pessoas, plantas, lugares e aos animais.
Converso com eles... Cuido como se fossem gente. Não nego. Penso ter um coração diferente dos demais.
Sofro e sinto muita saudade da Tina, cadelinha que escolhi para em meu lar e com meus filhos viver. Acompanhei todas as fases de sua vida, e no seu parto vi  nascerem cinco filhotinhos...
Foi um parto difícil, mas com ele aprendi o que jamais aprenderia sobre o amor e afeição existente nos animais. Os bichinhos nos envolvem e fazem parte da nossa vida. São dóceis, inteligentes, e captam o amor da gente.
E se é deles esta sorte, somos responsáveis por sua vida até que nos separe, a morte.
Pensem o que quiserem. Critiquem como quiserem, outras pessoas. Mas minha forma de amar é só uma! E quem cuida destes animaizinhos sabe que não afirmo novidade alguma.
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Emiele
Belo Horizonte - 18 de Agosto de 2006 -11:31 horas.

Nota:
Esclareço a todos que ninguém me escreveu criticando por chorar o desaparecimento de nossa cadelinha, mas sei que os que não cultivam uma afeição pensam que exagero.
Muito obrigada Deus, pelos preciosos amigos e amigas!

''Todos os seres vivos do planeta têm uma missão a cumprir. E nós, os seres humanos, temos de cuidar deles, e cuidar  de nós mesmos.''

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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007

A dor da perda de um animal

mulherrir_cao.jpgPor Adriana Mori

Segundo psicólogos americanos, o assunto é mais importante do que parece
A perda trágica de um pet, deveria ser vista com mais seriedade.
Segundo o psicólogo americano Larry Lachman, a morte de um animal traz efeitos semelhantes à perda de um ente querido. Há 16 anos, o Dr. Lachman vem dando apoio psicológico a grupos de pessoas que perderam os seus bichos de estimação.
O Dr. Lachman diz que a morte de um animal de estimação é uma perda verdadeira e a dor deve ser respeitada. "As pessoas sofrem proporcionalmente ao que amaram o animal. Perdas muito grandes podem demorar de seis meses a quatro anos para serem superadas", diz Lachman. Para ele, a sociedade em que vivemos lida com o medo da morte negando-a, o que piora o sofrimento causado pela perda.

Para quem está sofrendo com a partida de um pet, o psicólogo dá algumas dicas. "Perder, sofrer, curar, entender, tudo faz com que aprendamos e cresçamos como pessoas", diz Lachman.
-          Extravase seus sentimentos
-          Proteja-se em um casulo emocional
-          Descanse bastante, perder alguém importante cansa bastante
-          Respeite a importância de sua perda
-          Seja paciente com o processo de aceitação de sua perda
-          Não pare de se alimentar
-          Coloque as coisas em perspectiva e leve seu sofrimento a sério
-          Procure pessoas que compreendam sua situação ou que estejam vivendo a mesma situação para conforto

Conheça as fases do luto
Segundo Jennifer Marshall, conselheira expert em lidar com a perda de pets, a dor pela morte de um animal de estimação pode ter diferentes estágios.

A perda começa no momento em que o pet morre e vem acompanhada pelo sentimento de impotência que pode durar de horas a semanas. É um período descrito normalmente como "irreal" (vivido, por exemplo, por quem opta pela  eutanásia do seu animal). Pessoas nessa fase podem ter ideias confusas, indiferença, pensar em suicídio, sentir-se impotente, euforia ou histeria,  sentir-se fora de seu corpo, ficar subitamente falante demais e negar a perda.

Quando a saudade do bicho que se foi aperta muito, passamos para a fase de procura. Nesse estágio, o dono se ocupa com pensamentos do animal morto, sonha com ele e chega a ver ou ouvir o bicho chamando. Sentimentos comummente descritos são tristeza, medo, raiva, irritabilidade, culpa e carência. Às vezes a raiva não é direccionada à perda, mas sim a alguém da família, o veterinário, a si mesmo ou a Deus. A pessoa pode de repente ter uma crise de choro e fisicamente, pode ficar doente, sentir dor e ter alterações bruscas de peso, cansaço e mudança no apetite.

Na fase de desorganização, acontece a volta e a adaptação à vida sem o pet, o que pode causar um pouco de confusão, já que a pessoa necessita avaliar e aprender novas formas de organizar a vida (por exemplo, como preencher aquele espaço vazio sem que alguém venha cumprimentar pelo "progresso").

As pessoas que sofrem se esquecem que a dor é um processo e por meio dele, aprende a lutar contra ela. O pet que se foi não será esquecido, mas o dono aprende a viver com essa perda e reorganiza sua vida. A intensidade da dor diminui e as pessoas descobrem que elas ainda podem comer e dormir, até ter novos pets. A tristeza e as lágrimas podem acontecer, bem como as alegrias de ter de novo um pet em casa.

Apoio garantido
Nos Estados Unidos, existem grupos especializados em dar apoio psicológico a pessoas que perderam seus pets. A American Pet Loss and Bereavement www.aplb.org, entidade sem fins lucrativos que reúne conselheiros especializados em lidar com a dor da perda de animais de estimação. "Trata-se de um serviço muito importante, pois se a conexão entre o proprietário e o pet era forte, o sofrimento causado pela morte do animal é muito intensa e se não tratada, o trauma pode trazer sérias consequências. No caso de deficientes, essa perda é ainda mais crítica", diz Cheryl Nahas, conselheira responsável por cães de serviço da APLB.
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publicado por LauraBM às 00:31

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Terça-feira, 2 de Maio de 2006

Amizade, até onde?

repass.-p.folhas.gif
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.
Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta
de sua nova condição...
A caminhada era muito longa, morro acima, o sol
era forte e eles ficaram suados e com muita sede.
Precisavam desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
- Bom dia - ele disse.
- Bom dia - respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo - ele perguntou.
- Isto aqui é o céu - foi a resposta.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede - disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade - disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito - disse o guarda - Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra.
À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
- Bom dia - disse o caminhante.
- Bom dia - disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras - disse o homem e indicando o lugar - Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado - ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem- respondeu o homem.
- A propósito - disse o caminhante - qual é o nome deste lugar?
- Céu - respondeu o homem.
- Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
- Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
    O caminhante ficou perplexo.
- Mas então - disse ele - essa informação falsa deve causar grandes confusões.
- De forma alguma - respondeu o homem - Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...
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24/09/2005
Sueli

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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2006

Anjos caninos

cao_anjo.jpgExistem pessoas que não gostam de cães.
Estas, com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas.
Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.
Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor.
Quem mais pode dar amor incondicional, amizade sem pedir nada em troca, afeição sem esperar retorno, protecção sem ganhar nada, fidelidade vinte e quatro horas por dia?

Ah, não me venham com essa de que os pais fazem isso, porque os pais são humanos.
E quando os agredimos eles ficam irritados e se afastam...

Um cão não se afasta mesmo quando você o agride.
Ele retorna cabisbaixo pedindo desculpas por algo que talvez não tenha feito, lambendo suas mãos a suplicar perdão.

Alguns anjos não possuem asas; possuem quatro patas, um corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência.
Apesar dessa aparência, são tão anjos quanto os outros, (aqueles com asas), e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se.
Às vezes um humano veste a capa de anjo.

Sai pelas ruas a catar alguns anjos abandonados à própria sorte, cura-lhes as feridas, alimenta-os, abriga-os... Só para ter a sensação de haver ajudado um anjo!...
Deus, quando nos fez humanos, sabia que precisaríamos de guardiões materiais que nos tirassem do corpo as aflições dos sentidos e nos permitissem sobreviver a cada dia... com quase nada... além do olhar e da lambida de um cão.
Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!
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Irinea Pereira Leite Bonini

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Domingo, 5 de Junho de 2005

Boneca & Chico Xavier

cadelas_boneca.jpg Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo.
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia :
- Ah Boneca , estou com muitas pulgas!!!!
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho.
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida.
Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas.

Um casal  de amigos, que a tudo assistiu , na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca.
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor, e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta.
A cachorrinha recebia afagos de cada um.

A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra.
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca , estou cheio de pulgas !!! disse Chico
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: "Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico !! "

Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer.
O Chico respondeu :
- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir,
os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta.
É, Boneca está aqui, sim, e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis.

Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Por isso, quem chuta ou maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

Não importa se eles habitam nossa casa, se estão nas ruas, nas praças... eles necessitam tanto de um sorriso, de um carinho de um olhar, de amor, de compaixão...Você viveria sem amor?
Eu, confesso que, já teria morrido de tristeza...necessito tanto do vosso carinho, da vossa troca, bem como, necessito de vosso olhar amoroso nessa tela, seja da boneca do Chico, seja do gato do vizinho, ou do cachorro perdido na praça...
Necessito do vosso gesto, do  vosso amor, da vossa Luz.
Um fraterno abraço e que o destino de todas as Bonecas, não só as do Chico, retornem aos seus lares junto ao amor de seus donos.
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Amor e luz
Paz e compreensão...
"Gatos&Amigos"

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Domingo, 20 de Março de 2005

As meninas-Mine e Dan

(as cadelas da Janice)Mine_Dan.jpg
AS  MENINAS
Sempre se ouve dizer que cachorros são uma excelente companhia... e são mesmo... de qualquer raça ou mesmo sem raça definida.

Eu queria um cachorro grande e escuro... de preferência fêmea... e a Mine foi comprada, aos três meses de idade. Tão bonitinha... tão pequenininha mas já se percebia que ela ia ficar bem grande.
A Mine se chama JASMINIE OF PADDOCK e veio aos três meses de idade, com pedigree, onde se lê que ela é Akita-Inu. A Mine fez com que eu me apaixonasse pela raça dela, o que me animou a fazer pesquisas a respeito e eu percebia que o comportamento da Mine era identificável com os caracteres próprios da raça Akita, o que me alegrou muitíssimo. Por exemplo, a Mine entendeu rapidamente e usando apenas o seu descomunal poder de observação, qual o papel que lhe era atribuído na minha vida de cadeirante.
(Janice encontra-se numa cadeira de rodas há vários anos).

Entre nós duas criou-se um vínculo fortíssimo e estabeleceu-se um pacto informal de confiança mútua, pelo qual dia a dia eu supria todas as necessidades caninas dela e, em contrapartida, ela supria a minha enorme necessidade de ter uma guardiã a postos... e a Mine foi se revelando muito boa na função de cão de guarda e uma agradável companhia, o que me trouxe um extraordinário conforto psicológico, provavelmente potencializado pelo fato de eu tê-la visto crescer.
Descobri que a Mine é um exemplar do Grande Cão Japonês. Ou é um Akita  mesmo, que cresceu muito para o padrão de crescimento da raça... sei lá... só sei que ela foi crescendo e hoje é assustadoramente grande... e se torna mais assustadora por ser escura, o que a meu ver "camufla" um pouco aquela cara enganadoramente doce. Tornou-se o “cadelão da mamãe”.

O ideal seria que eu tivesse parado por aí... mas a realidade nem sempre corresponde ao que é ideal e, há pouco menos de dois anos, houve um incêndio na minha casa, no qual o fogo ficou restrito à área onde ficava um sistema de aquecimento a gás, ao lado do canil onde a Mine quase morreu queimada... fechada lá dentro. Hoje, em vez do calor infernal do fogo, há o calor benfazejo do sol, naquele lugar onde agora há plantas crescendo cheias de vida.
Minha recuperação foi rápida e tranquila, mas a Mine ficou traumatizada, porém continuou perfeitamente capaz de exercer seu instinto de guardião, excepto quando, durante a noite se anunciava uma tempestade. A luminosidade dos raios a deixava apavorada e ela pedia socorro arranhando com a pata a janela do meu quarto de dormir. Causava-me uma estranha  emoção ver uma cadela tão grande e forte pedindo socorro a uma pessoa que nem consegue ficar em pé.

Mas eu queria resolver aquele problema dela... o trauma dela... e uma médica veterinária aconselhou-me a criar outra “feminha” da mesma raça e recomendou que eu a adquirisse logo ao nascer, para que a Mine a adoptasse como filha e não se sentisse sozinha no quintal. Mas eu questionei sobre a realidade de que dois Akitas do mesmo sexo não convivem harmoniosamente no mesmo espaço. Ficou combinado que adoptaríamos medidas especiais, e a pequena Dan (Dansa Go de El Zorro) veio com um mês de idade.
A Mine estava a postos para recebê-la.

Eu nunca havia visto um Akita tão... bebezinho... e custei a tomar consciência de que aquele "novelinho" ambulante ia ficar tão forte e confiável quanto a Mine. E ficou!
Acompanhar o crescimento de um Akita é uma "actividade" encantadora.
Hoje ambas têm o mesmo porte elegante... o mesmo rabo enrolado sobre o dorso... a mesma carinha doce...e grande, além da mesma força descomunal e assustadora.

Eu não sou criadora. Sou uma admiradora da raça e estou cada vez mais convicta de que acertei ao trazer para o meu convívio a "grandoninha" e depois a "pequeninona", pois elas me dão segurança (inclusive de saúde psicológica). Elas não agem como se fossem mãe e filha, o que não são: agem como irmãs (se desentendo e se protegendo) e meus conhecimentos sobre a raça fica restrito às necessidades delas, considerando as minhas necessidades especiais, de uma PPD. (paraplégica)
Para mim, é inacreditavelmente tranquilizador e animador vê-las guardando a porta do meu escritório, enquanto escrevo. São as minhas meninas!

Mas, eu sonho ainda poder ter toda a estrutura material, psicológica e os conhecimentos necessários para começar uma criação comercial de Akitas.

Mas, mesmo sendo apenas proprietária, já aprendi que nenhum cachorro deve sair fora do nosso quintal, sem guia e coleira “enforcador” ou não, dependendo da exigência de cada raça... tem alguns que requerem até o uso de focinheira. E lembrem-se, nenhum cão fica agressivo gratuitamente, mas todos se defendem muito bem... até mesmo das pessoas da casa que, em última análise, formam a matilha do cão em questão, seja ele macho ou fêmea de qualquer raça ou tamanho.

Amar uma criatura é empenhar-se em conhecer as necessidades e os instintos naturais dela e o melhor amigo do homem merece ser amado pelos humanos, né?
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Eu gostaria de escrever aqui “The End”... ou acrescentar que “fomos todos felizes para sempre”...

Mas sou realista e, fiel à realidade, vou contar que:
Uma das minhas cachorras, a Dansa Go de El Zorro começou a claudicar, em Janeiro de 2003. Conversei com a veterinária que a atende. Constatou-se que ela tinha uma enorme infecção no ouvido, cuja dor reflectia por todo o "bracinho" dianteiro direito, fazendo com que ela “economizasse” a pata dianteira direita. A explicação fez sentido...

Mas o ouvido da Dan sarou e ela continuou mancando... e um pensamento intrigante martelava na minha cabeça todo o tempo, deixando-me apreensiva...

Bem, mandei fazer uma radiografia.

Radiografia vai e vem... um veterinário conversa com outro... e, por fim, a veterinária que cuida dela me deu a notícia quase chorando: a Dansa está com "OSTEOARTRITE DEGENARATIVA" no cotovelo direito.

Não há como se evitar a doença. A cura definitiva pode vir através de uma cirurgia, onde se raspa o osso na parte atingida e insere-se um pino de metal, que imobiliza a junta... a dose de anestesia é pesada, porque a cirurgia é demorada e "maltrata muito o animal"...

Bem, a hipótese foi descartada, já de antemão, pela própria veterinária... ainda bem, pois:
-Na minha "pequeninona", não... definitivamente não!

O remédio minimiza a dor, mas enquanto não veio, ela ficou lá no canil... às vezes a todo vapor e às vezes quietinha deitada...

A Dan vai tomar o remédio pelo resto da vida... ninguém me disse quanto tempo resta a ela, mas eu vi a radiografia... levei um susto enorme e fiquei meio jururu por uns dias... agora estou bem de novo.

Vejo a Dansa com mais tranquilidade e parece que os olhos dela não me pedem mais socorro, como antes de ir fazer a radiografia.

Posso perceber que a pata dianteira direita da Dan, apenas alcança o chão (não pisa...) e o "bracinho" direito está um pouco mais fino do que o outro. Sei que é só o começo, mas também sei que tanto eu como ela podemos enfrentar com tranquilidade e paz, o “mau pedaço” que teremos pela frente.

-É uma coisa incrível o grau de sensibilidade dela e o tamanho da minha responsabilidade!

Estamos no dia 18 de Fevereiro de 2003.

Felizmente a Dansa apresentou uma reacção positiva ao remédio que está tomando há uma semana e está saltitante e faceira novamente. Contudo, a veterinária fez questão de deixar bem claro que o remédio é apenas paliativo, pois OSTEOARTRITE DEGENERATIVA não tem cura medicamentosa e pode vir a atingir outras juntas... mas aparentemente a dor não a atormenta e isto é o mais importante, no momento.

Além da afeição que eu sinto pela “pequeninona”, as “meninas” são a parte mais importante de um esquema de segurança que me permite morar sozinha.

Agora sim, posso dizer que somos felizes porque a felicidade está dentro de nós... mas temos que enfrentar a vida com realismo, para não sermos abatidos por ela.
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Janice Da Silveira
http://paginas.terra.com.br/arte/janice/as_meninas.htm

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Quinta-feira, 3 de Junho de 2004

Penélope e Salomé

Salome_Georgina.jpgÉ estranho, mas todos os meus animais quando vêm uma máquina fotográfica vem logo em direcção a ela para ver o que é, por isso é por vezes complicado arranjar fotos sem ser em movimento.

A nossa gata chamava-se Penelope.

 

A nossa primeira cadela a Salomé foi educada pela gata, facto que pode ser estranho, mas o que é certo é que ela ficou com alguns tiques de gato, entretanto arranjámos outra cadela à qual pusemos o nome de Georgina, mas que prefere ser tratada por Gina ou Gininha, só que esta última ainda tem muitos pesadelos, enquanto escrevo este email, já a tive de ir acordar porque estava com pesadelos.

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8/08/2004

José Azevedo

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Jaquina e os gatinhos

gatinhos_Jaquina.jpgA história da Jaquina, é uma história interessante, pois que veio sentar-se à porta da nossa casa, até que um dia resolvemos deixá-la entrar pela porta do quintal, não fosse a nossa gata que já morreu se chateasse e não a aceitasse.
O que é certo é que entrou e nos escolheu. Nunca vi um cão tão obediente como ela, como guarda da casa era do melhor que havia.

Uma outra história da Jaquina tem a ver com gatos bebés.
Infelizmente a minha câmara digital não tem flash.
Tivemos medo que os nossos animais fizessem mal a estes seis gatinhos. O que é certo é que estes animaizinhos chiavam tanto que foi a Jaquina que durante 24 horas tomou conta deles, os lavou e os estimulou para eles fazerem as suas necessidades.
Estes gatinhos foram encontrados num saco de plástico ao pé dos vidrões, ainda tinham o cordão umbilical e estavam de boa saúde.
Sabemos qual foi a gata que os teve, mas não conhecemos os donos.
------------
20-03-2003
José Azevedo

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