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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

KIMBA - Uma Paixão!... - Poema

Kimba_barco.jpg

 

Quantas vezes espreito na marquise,

esperançada de ver-te, se chegaste

da tua ronda à casa e ao jardim.

Aguardar algo que a saudade amenize...

Da minha vida saíste como entraste.

 

Num repente peguei-te, quis trazer-te,

roubar-te desse mundo cimentado

onde os humanos encerram os amigos

de 4 patas. Eu desejei poder-te

proporcionar amor; ter-te ao meu lado.

 

Rondei a casa dos donos desumanos

que desaproveitavam tal amor.

Falei-lhes, implorei-lhes; eu contei-lhes

desta necessidade, e dos meus planos,

de te amar para sempre, com fervor.

 

Talvez alguma lágrima caída

tivesse amaciado os corações.

Assim, entraste e saíste duma vida,

mas a partida foi triste; à despedida

rolaram lágrimas em borbotões.

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13/03/2007

Laura B. Martins

Soc. Port. Autores nº 20958

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Domingo, 10 de Dezembro de 2006

Poema-KIMBA, saudades...

Kimba_frente.jpgAquela tua calma, meu amor,
sobriedade própria dum senhor,
lá muito para trás ficou retida.
Fiz, do meu coração, um camiseiro.
São tantas, as gavetas... um chaveiro
permite que só eu abra, escondida.

Hoje, tentei abrir uma, emperrada.
Puxei, puxei, e não saía nada;
talvez por estar demasiado cheia.
De cima retirei outra, espreitei:
vazia a encontrei, nada lhe achei...
a não ser, uns pequenos grãos de areia.

Então, lembrei das tardes junto ao mar.
Quando eu dizia: - Vá, vá-se lavar!
E mergulhavas na água, p'lo mar fora.
Voltavas, ofegante diabrete,
rebolavas na areia, qual croquete,
e repetia-se a cena a toda a hora.

Tentei meter a gaveta retirada,
para tapar a outra; e, arrumada
deixar aquela bem-aventurança.
De novo, foi difícil encaixá-la.
Vazia parecia, mas fechá-la
era difícil, meu cão. Tanta lembrança!...
----------------------
7/11/2003
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2005

Poema-KIMBA, o teu amor...

... do teu amor, a saudade.
Kimbarecordacoes.jpg
Guardei as tuas coisas, meu amor,
perfume duma época passada.
O início da casa... o teu calor...
a alegria... não tenho mais nada
de teu. Ficaram as recordações
que cabem numa caixinha, fechada.

O teu nome, uma data, uma medalha
e as fotos de nós dois. Estás tão bem!
Ah! Igualmente, guardei restos da tralha
com que brincámos juntos. Sim, também!
Lembro o toque sedoso... algo roçado
por mim. Como tu, não tive ninguém!

Tentar substituir-te... já tentei
fazer como o ditado português
que diz: «rei morto, rei posto». Hmmm, não sei...
comigo não resulta. É como vês!
Choro a tua morte, KIMBA, meu cão.
O teu lugar não preenchem dois ou três.
-----------------
31/10/2002
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2004

Poema-Kimba, Saudade!

Kimbaportacasa_deitado.jpg(Dos seus donos para o saudoso KIMBA)

 

Por connosco conviver
e trocar provas d'amor,
ele já não era um cão,
tinha virado um senhor!

Pelo negro, luzidio,
elegante, musculado,
tomava banho no rio
e no mar, ao nosso lado.

Hoje, parece mesquinho
olhar aquele cantinho
onde fazia chichi

bem contra a nossa vontade.
Ah! Quem dera tê-lo aqui
pra limparmos a saudade!
-----------------------------
25/5/2001
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores nº 20958

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2004

Poema-KIMBA-Natal s/Kimba

(quase 2 anos após... ainda a saudade do meu cão)

KIMBAcabecanome_esq.jpg

Foi mais um Natal sem ti,
amigo de 4 patas.
Mais um Natal que vivi,
sem ver que prendas desatas.

A família reunida...
presépio, pinheiro, enfeites.
Mas eu, sempre entristecida,
sem que aos meus pés tu te deites.

Na moda está, ter cachorro
Labrador; e já são muitos.
Nos caminhos que percorro

os encontros são fortuitos.
Saudosa, fui em socorro
de abandonados, gratuitos.
-------------------------------
26/12/2002
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores n.º 20958

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2004

Poema-Kimba, E ele partiu!

KimbaFlo_escada.jpgE ele partiu! Deixou-me desfeita!

 

Tenho um desgosto comigo!...
Hoje, sentei-me e escrevi:
Perdi o maior amigo
de todos que conheci!

A sua bela cabeça...
a pata na minha mão...
Pra que nunca mais o esqueça,
cravei-o no coração!

Apertei-o contra mim,
pra sentir o seu calor.
Inda quis retê-lo assim...

A morte não permitiu.
Num suspiro de estertor,
meu cão, o Kimba, partiu!
-------------------------
17/5/2001
Laura B. Martins
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2004

Poema-Kimba, Oração!

KIMBA, o meu cão e amigo, a beber água nas minhas mãos, já muito trôpego e fraco.
Foto tirada no Parque de Palmela onde o meu filho trabalha.
Foi a fotografia da despedida, em 16/05/2001, no dia anterior a ser adormecido.
Encheste a minha vida de alegria e ternura.
Descansa em paz, meu grande amigo!

Kimbajardim_final.jpg

Quando Deus fecha uma porta diz-se que abre uma janela;
desta vez abriu a porta, quer levar meu cão por ela.

Oh! Deus! Fecha-me essa porta! Deixa-me esta companhia.
Sem ele a casa é deserta, encontro a casa vazia.

Na clínica, cinco dias, ele estará internado.
Trá-lo de volta, meu Deus! Tem dono desesperado!
Deixa comigo este amigo!... Procura um abandonado!!!
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10/5/2001
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores nº 20958

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Sábado, 14 de Fevereiro de 2004

Poema-Kimba, o maior amigo

Kimba_pensativogr.jpgSeus olhos falam comigo,
têm tanto amor pra dar...
focinho sobre os meus pés
e uma pata pra ajudar.

Sento-me a escrevinhar versos,
falando da realidade...
ele deixa-se dormir...
sou a sua felicidade.

Só vive pra me adorar,
percorre o quintal comigo.
Um chichi neste lugar?
Vou-te deixar de castigo!

Ó dona, foi um descuido!
Olha eu!... Patas prò ar!...
Está beeem!!! Já não há castigo!
Vamos os dois passear!

A dona tem que sair
e umas coisas pra comprar.
Anda, traz a trela! - e ele,
já vem com ela a arrastar.

Sentadinho e comportado
no carro, à minha direita,
lá está ele do meu lado;
é uma pessoa, perfeita.

Já deixei de passar férias,
de visitar um amigo...
porque vá pra onde for,
só vou se ele for comigo.

Assim seguimos os dois
há 10 anos, em conjunto.
Pra mim é o mais bonito
e o melhor cão do mundo.

-----------------------------
10/05/2001
Laura B. Martins
Soc. Port. Autores nº 20958

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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2004

Poema-MEU CÃO... meu gato!

Kimba_Flocab.jpg O Kimba, apesar de grande, é mesmo um bom paspalhão;
o gato salta-lhe em cima e ele faz um "papelão"!
Estou a vê-lo, da janela, a correr e a farejar.
Corre atrás das lagartixas, com o gato andou a treinar.

Todo negro, como a noite, tem a cor do "Labrador";
o pelo é que é mais espesso, porque a mãe era "Pastor".
O pai, um "Golden retriever", a mãe, "Pastor alemão";
porque saiu todo negro, desconhece-se a razão!

Gosto de o levar comigo, vá eu para onde for;
sento-o no carro, ao meu lado, fica lá mesmo "um amor"!
Se alguém ao carro se encosta, e ele lá estava deitado,
leva uma rosnadela que salta pra outro lado.

Tem a força de um cavalo e a investida de um touro;
com seus trinta e oito quilos, é o meu "grande" tesouro!
Com uma placa de metal, a porta foi reforçada;
de raspar nela, a patorra, estava toda escavacada.

Negro, de língua vermelha, com os olhos a brilhar...
diabo em forma de cão, pra toda a gente assustar.
Se alguém cá vier tocar, campainha do portão,
abro-lhe a porta de casa; sai, parece um furacão.

Se acaso está no quintal, escondido em qualquer arbusto,
aparece de repente e ninguém ganha prò susto.
Com o carteiro é uma luta... pra cães, ladra sem parar;
mas se lhe faço uma festa, põe-se de patas prò ar.

Posso sair descansada; a casa está bem guardada.
Pior é ficar a uivar e a vizinhança atroar.
Detesta ficar sozinho! E fica mesmo ofendido!
Ele arrasa meus vizinhos, com tanto, tanto latido.

Melhor levá-lo comigo; deixar casa bem trancada.
Ficamos os dois felizes; com carro estou descansada.
Levo-o à praia também, que o" Labrador" gosta de água.
Pra ele sair do mar, resiste e lá vem com mágoa.

Vem prò carro a sacudir-se... contente... todo animado!
Eu fico cheia de areia... e o carro fica encharcado!
Em pequeno foi mimado. (Tinha sido maltratado.
Quando soube, fui buscá-lo pra poder acarinhá-lo.)

Era lindo, tal qual foca; com seu pelo luzidio,
só queria tomar banhoca e nadar horas a fio.
Por causa de tantos mimos, que dei pra ele esquecer,
descurei a educação, pra ter cão que o sabe ser.

Cá nos vamos entendendo, com mais ou menos problemas;
tanto ele como eu, temos os nossos sistemas.
Agora escrevi prò cão. Já tinha escrito prò gato.
Mas que é que se passa aqui? Já me roubou um sapato!
------------------------
9/2000
Laura B. Martins
Soc.Port.Autores n.º20958

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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2004

Poema-Amigos abandonados

Kimba_Floquinho.jpgEu gosto de olhar pra ele, mas não gosto de pensar
que o meu cão já tem nove anos e poucos mais vai durar.
Amigos assim, não há como os de raça canina;
e parecença nenhuma com os de raça felina.

E então, se formos tentar, fazer a comparação
entre o cão e a raça humana ... existe grande extensão!
Comparados com pessoas, amigos de quatro patas,
eles têm muitas vezes atitudes mais sensatas.

Com seu olhar, bem directo, metem-nos no coração;
dão-nos amor, amizade, levantam 'egos' do chão.
Só por tê-lo como amigo, já me sinto acarinhada;
se não tivesse ninguém, eu já estava acompanhada.

Queria tê-lo pra mim, o resto da minha vida.
Não quero pensar que morre e eu vou sentir-me perdida.
Mas, quando isso acontecer, vou correr pra um canil;
e muito penalizada, escolher "só um" entre mil.

São tantos... abandonados... Oh! Raça mais infeliz!
Esta a que eu também pertenço mas comigo não condiz!
P'lo menos "um", vem comigo. Faço com ele um contracto:
É como ele abandonado... Vai portar-se bem com o gato.

Deixo os gastos pra outras coisas. Dinheiro, com animais,
só pra alimentos... vacinas... não precisam muito mais.
Quem gasta muito dinheiro, comprando os de boas raças,
nunca pensou ajudar nos canis, tantas desgraças.

Mas, os amigos de raça, também tem, lá nos canis;
muita gente vai de férias e pratica actos vis.
Deixa os amigos pra trás, em estradas, abandonados...
por não quererem pagar quem lhes forneça cuidados.

Outros, compram-nos pequenos... eles eram tão bonitos...
mas cresceram, comem muito... e os donos ficam aflitos!
E largam-nos, por aí... entregues à sua sorte,
esfomeados, doentes... esperando que os leve a morte!

Se eu pudesse castigar, tais donos, sem coração,
dava-lhes um tal castigo que servia de lição!
Havia de transformá-los em gato, pássaro ou cão;
pra ficarem a saber, que não se faz isso. NÃO!
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9/2000
Laura B. Martins
Soc.Port.Autores nº20958

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publicado por LauraBM às 01:03

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